Cardus Edição 93, janeiro 2021
Todos os anos começa um novo ano, pelo menos a partir do momento em que se inventou o primeiro calendário. E todo o mundo comemora esse dia que, em termos naturais, não é diferente dos outros. O primeiro dia não é igual em todo o lado, nuns é mais cedo noutros é mais tarde. Mas é sempre comemorado e quanto mais estardalhaço melhor. Por todo o lado há foguetes e música no ar, comem-se passas, emitem-se desejos e bebe-se champanhe, uma bebida apropriada pois também faz um grande estardalhaço ao abrir. Começar bem um ano é comer bem, beber melhor, fazer muito barulho (lá vai o tempo em que se batiam tachos) e assistir a um bom fogo de artifício. E, fundamentalmente, alegria, alegria, muita alegria.
Para pessoas mais calmas há também o sofá e um bom programa de fim de ano na televisão (cada vez mais difícil de encontrar). E, no dia seguinte, o concerto de ano novo de Viena da Áustria, com as palminhas a acompanhar a Radetzky March no final.
Qualquer que seja o gosto, desejo a todos os leitores deste pequeno jornaleco um bom 2021 cheio de alegria, sucesso e livre do bichinho que nos deu cabo do 2020. Muita e muita alegria, como a deste pequeno vídeo, que descobri na net, onde se mistura música e fogo de artificio, os ingredientes principais dos festejos do ano novo.